quinta-feira, 8 de julho de 2010

Mar revolto da alma


Hoje trago mais metáforas pra vocês.
Como alguém que lança uma garrafa ao mar, na esperança que o texto contido nela seja lido por alguém.
Esforço patético de expressão e sentimento.
Sim! Esse mar revolto e agitado que há em mim. Uma tempestade em oceanos distantes e de águas mais que profundas: insondáveis.

Eu sou uma tempestade de inverno em alto mar.
E na segurança do seu lar você me desconhece, me ignora.
Faço lágrimas que quando chovem se misturam a água também salgada do mar.
E esse mar é a vida e a morte.

Quando estou sozinho e meus olhos embotados enxergam o horizonte Minha revolta se resguarda.
Assim são os homens: dão um tempo para pensar.

E saibam vocês que existem muitos motivos para se escrever, se expor nesse blog.
E um deles é esse mar revolto em uma tempestade.
A tempestade no inverno de minha alma.

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