quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Reflexões Anarquistas da era comtemporãnea
Como ama e se vangloria o homem de sua tão preciosa "liberdade". Como um fanfarrão bossal, o homem plebel se entrega as garras de seus pensamentos mais primitivos e, da vasão a todo instante a sua ID. E, ainda estufa o peito para se auto proclamar "livre para fazer o que quiser"...Livre pra que? Para todos seus atos se tornarem efêmeros em essência, e, egoístas por natureza?
Pois eu digo à voces: Essa liberdade acaba se tornando sua maior prisão.
O filosofo anarquista, que com seu olhar visionário e idealista observa tudo...Sim, ele sabe que sua missão é importante, e aceitar de bom grado esse "dever" é uma honra e uma satisfação.
Poucos estão preparados para a liberdade, e para nós, que como diz o poeta "giramos a roda do mundo", essa liberdade sempre poderá se resguardar e se fortalecer em nosso discernimento. Pois aceitamos a revolução, e isso é sério.
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Se aceitamos a revolução, com certeza, aceitamos a reconstrução diária por sermos livres, pois sabemos como nos transformarmos, por ser livre...é também saber o que temos em nossos direitos, e aplicá-los.... Passou muito tempo para mim poder ver novamente alguma atualização, mas foi um tempo precioso para uma transformação....
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