Quando o universo era o vácuo do nada surgiu o primeiro Deus grego: Caos. De partes que se desligavam de caos surgiam outras formas de vida. Gaia a mãe terra produzia a vida a partir da matéria inerte. E diferentemente de Caos o Deus Eros produzia a vida através da união de dois seres, assim representando o amor.
O mito do amor motiva os seres humanos, sendo atribuído um valor sagrado e considerado uma das maiores conquistas da vida em felicidade.
Minha reflexão de hoje é simples: o ser humano tem mesmo a necessidade de amar e ser amado?
Segundo Khalil Gibran o sentimento de solidão deve ser celebrado com uma taça de vinho, pois o que é se sentir solitário se não a sede de amor?
Pois então devemos celebrar a dependência e a entrega a algo ingrato como amar alguém?
Uma aurora diferente se levantou em mim, e eu descobri o amor verdadeiro como disse platão: uma doença mental.
Para os que se entregaram as paixões efêmeras e vulgares da humanidade sempre vou parecer um louco.
Então eu aprendi a amar essa intransigência e rir satisfeito do resto.
A vida real é a dureza da entrega, então invento o tempo todo pra nós a arte como refúgio!
Meu amor é a loucura em entregas intransigentes e repletas de esperança.
Que Júpiter nos conceda a glória de conquistarmos nosso amor!

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