terça-feira, 28 de abril de 2009

Criação


O poeta está parado, estático em frente a folha em branco.
O pintor se angustia em cores e formatos que não surgem
à tela vazia. Sim, esse é o cansaço que domina o cósmos,
a calmaria melancolica que precede a explosão da idéia.
Neurônios frenéticos, loucos por impulsos elétricos vindos
dum lugar misterioso chamado imaginação, chamado
criação! Damos vida a nossos pensamentos, ação, movimento.

Por fim o gozo da arte ganha forma no mundo material,
pois que veio dum lugar que talvez tenha sempre existido.

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