Das minhas leituras e observações considerei algo: o histórico dos homens em submissão e as forças que os dominam.
Dos escravos feitos em guerras aos servos em juramentos de lealdade, as antigas fabricas de trabalhos tortuosos e mortificantes...
Compararmos a sociedade humana fielmente nos princípios da colmeia de abelhas ou do formigueiro seria um erro tentador para se ilustrar a sociologia para a cabeça de um leigo...
Não. O homem é predador da própria espécie, e mais que lutar em sobrevivência num nicho ecológico ele quer o domínio.
Foi essa a vida que fizemos pra nós? Mercenários do valor alheio?
Eu não tive escolha, fui jogado no mundo capitalista. Estamos na linha de produção contando as horas por tudo que firmamos em contrato com a máquina!
Mas eu transformei meu trabalho em música!
Eu escolhi dar o melhor em resposta a quem esperava apenas o lucro!
Então é essa a vida que temos que escolher? Mercenários do valor dos outros?
Eu proponho que sejamos parceiros. Que sejamos dois companheiros buscando a felicidade com a honra e a sensatez de quem conhece o lodo podre da injustiça.
Se não querem acreditar em mim, tudo bem, vão em frente!
Sejam os joguetes do capitalismo e suas embalagens plásticas.
Sim, não havia coração na linha de produção, até que decidimos abrir o nosso.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
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