domingo, 28 de abril de 2013

A arte e a cultura de massa


No Egito antigo a arte era usado para afirmar a religião, na Grécia para exaltar o homem e sua sabedoria. Na idade média vimos um dos maiores atrasos na evolução da humanidade nas ciências e na filosofia, era a arte e a repressão a serviço dessa tortura psicológica e de rebaixamento do espirito: o cristianismo.

A igreja católica castrou mentes e ceifou vidas em escalas obscenas, reprimiu a evolução do espirito do homem em nome da manutenção de uma doutrina espiritual totalmente tirânica e dominadora. Pois então a arte esteve assim por séculos se desenvolvendo em pinturas de deuses e reis, ídolos e monumentos colossais.
Com o passar dos tempos e as mudanças sociais algo viria a mudar essa realidade, sim, a arte ganhava vida própria em expressão. Agora foge até mesmo da concepção do próprio artista. Pois que uma vez lançada e manifesta no mundo físico, a obra desse artista ganha vida própria na consciência de cada um. Isso é mágico.

Convido a todos a apreciarmos a arte como deve ser: livre para nossa
imaginação cognitiva.
Se afirma mais uma vez o elo que estamos inconscientemente o tempo todo tentando fazer: o do espirito com o corpo. Eu chamo isso de elevação.

Mas é preciso em fim de distinção, pois de que forma seria possível romper o círculo da ignorância?
Pão e circo, assim o povo é cultivado pelas elites a séculos, mas nós não. Nós, os que negaram esse pão nefasto, sabemos do valor verdadeiro da arte, e nunca vamos cantar junto com essa multidão as blasfêmias da alienação e da vulgaridade.

A cultura de massa não é arte!

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